Faltando menos de dois meses para abrir os portões da quinta edição, o MEO Kalorama anuncia uma série de novidades que prometem transformar a experiência do público dentro do Parque da Bela Vista, em Lisboa, nos dias 28, 29 e 30 de agosto. Além de um line-up liderado por Robbie Williams, Ms. Lauryn Hill e Deftones, o festival amplia sua proposta cultural ao investir em três frentes estratégicas: uma nova experiência gastronômica assinada por grandes chefs portugueses, o fortalecimento da campanha “Não É Não”, de combate ao assédio, e uma plataforma tecnológica voltada à inclusão e acessibilidade.
Uma das principais estreias desta edição é a Guia Repsol Food Experience, área dedicada à gastronomia que reunirá os chefs Henrique Sá Pessoa, Marlene Vieira e José e Cláudia Neves. A proposta é levar alta cozinha para o ambiente do festival, valorizando ingredientes locais, produtores sustentáveis e pratos pensados especialmente para o público.
“É um privilégio juntar a minha cozinha à energia da Repsol no MEO Kalorama. Quando marcas se unem para criar experiências que celebram sabor, cultura e pessoas, o resultado só pode ser especial”, afirma Henrique Sá Pessoa.
Já Marlene Vieira destaca o papel afetivo da gastronomia dentro da experiência musical:
“Estávamos muito felizes por nos convidarem para fazer parte deste incrível projeto e depois de saber destas iniciativas, confesso que subiu aqui um bocadinho mais a responsabilidade porque nós sabemos que a comida é fundamental para trazer memórias à música também. Um dos pratos que eu proponho para este festival será uma sandes em bolo leve dos Açores, das Furnas, com rosbife, beterraba e cebola frita. Esse é apenas um dos meus pratos”, revela a chef.

Os chefs José e Cláudia Neves estarão no festival. Crédito: Divulgação
No campo da sustentabilidade social, o festival reforça sua política de inclusão e segurança com a ampliação da campanha Não É Não, que assume publicamente uma postura de tolerância zero ao assédio e à violência. A iniciativa contará com comunicação permanente em telões, cartazes e QR Codes espalhados pelo recinto, além da capacitação de todas as equipes do festival para acolhimento e atuação em situações de assédio.
“Nós percebemos isso, desde a primeira edição que nós trabalhamos na realidade a segurança do nosso público e também neste âmbito, tanto o desmotivar, a violência e o assédio dentro do nosso festival e dar uma sensação de segurança também ao nosso público. Aquilo que nós estamos a fazer com o Não é Não é tornar visível tudo aquilo que nós já fazíamos desde a primeira edição”, explica Dora Palma, diretora de sustentabilidade do festival.
Leia também
Não foi ao Rock in Rio Lisboa? Veja cinco festivais que ainda vão rolar em Portugal neste verão

Com chefs, app e campanha “Não É Não”, Kalorama amplia a experiência do festival. Crédito: Jordan Alves
Outra novidade é a adoção de um sistema de Comunicação Aumentativa em todo o recinto, desenvolvido em parceria com a Adapt 4 You e apoiado pela Fundação MEO. O projeto inclui pictogramas, sinalização inclusiva, tabelas de comunicação e a utilização da aplicação SENTIDO, lançada este ano e disponível gratuitamente.
Leia também
Rock in Rio Lisboa encerra edição com música urbana ao som de 21 Savage, Matuê e Filipe Ret
O aplicativo oferece recursos como audiodescrição em tempo real e transmissão ao vivo em Língua Gestual Portuguesa, ampliando a autonomia de pessoas com necessidades complexas de comunicação.
Ainda há bilhetes e o valor diário custa 65 euros!
jordan@revistaentrerios.pt
Ver esta publicação no Instagram

Jordan Alves